Patrimônios da Humanidade no Brasil: 22 lugares que você precisa conhecer!

Patrimônios da Humanidade no Brasil: 22 lugares que você precisa conhecer!
Foto: www.melhoresdestinos.com.br

Por Bruna Scirea

Não há dúvidas de que o Brasil é um país riquíssimo, seja pela cultura ou pela sua natureza. Há inclusive números que provam isso: são 22 os Patrimônios Mundiais listados pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) no Brasil.

Eles estão espalhados em vários estados e foram reconhecidos pelo conjunto arquitetônico, histórico e cultural ou então pela importância para a manutenção da diversidade natural. E devem ser valorizados e, sobretudo, preservados por todos nós!

Conheça nesse post os 22 Patrimônios Mundiais reconhecidos pela Unesco no Brasil!

Patrimônios Culturais da Humanidade no Brasil

O patrimônio cultural é composto por monumentos, conjuntos de construções e sítios arqueológicos que tenham importância para a memória, a identidade e a criatividade dos povos e a riqueza das culturas. No Brasil, são 14 os patrimônios culturais listados pela Unesco.

1. Cidade Histórica de Ouro Preto (MG)

Ouro Preto está gravada na história do país: fez parte do ciclo do ouro do Brasil e foi palco para o intenso trabalho de pessoas escravizadas. Os tempos mudaram (ainda bem!) e hoje a cidade é lembrada pelo seu belíssimo casario colonial, se destacando com a Serra do Espinhaço ao fundo, as ruas em pedra e as atrações que envolvem história, arte e a maravilhosa culinária mineira!

A cidade mineira foi a primeira no Brasil a receber o título de Patrimônio Mundial, em 1980 – o tombamento pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) ocorreu décadas antes, em 1938. O reconhecimento se deve à preservação da sua essência: seu traçado urbano colonial se mantém praticamente intacto, assim como algumas obras arquitetônicas expressivas, como a Igreja São Francisco de Assis, as igrejas de Nossa Senhora do Pilar, da Conceição e do Carmo, o cenário de suas ladeiras de pedras, e o casario branco com suas telhas de barro e esquadrias coloridas.

Foto: Monique Renne/Melhores Destinos

2. Centro Histórico de Salvador (BA)

Um dos maiores exemplares do urbanismo ultramarino português está no Centro Histórico de Salvador. Um conjunto arquitetônico, paisagístico e urbano formado por um revelo singular e edifícios dos séculos XVI ao XIX, na qual se destacam os conjuntos monumentais da arquitetura religiosa, civil e militar. O Centro Histórico da capital baiana foi reconhecido como Patrimônio Mundial pela Unesco em 1985. Ali estão alguns dos espaços públicos que formam um dos mais ricos conjuntos urbanos de origem portuguesa: a Praça Municipal, o Terreiro de Jesus, o Caminho de São Francisco, o Largo do Pelourinho, o Largo de Santo Antônio e o Largo do Boqueirão, todos conectados por coloridas ruas, ladeiras e becos.

3. Centro Histórico de Olinda (PE)

Caminhar pelo centro histórico de Olinda, cidade vizinha à cidade do Recife, é como reviver o início da colonização portuguesa no Brasil, no século 16. O conjunto arquitetônico é do tempo da economia de cana de açúcar e foi tombado em 1968 pelo Iphan, sendo reconhecido como Patrimônio Mundial Cultural pela Unesco em 1968. São 1.500 imóveis que testemunha diferentes estilos da arquitetura: colonial, fachadas de azulejo características dos séculos 18 e 19, além de obras neoclássicas e ecléticas do início do século 20.

Em Olinda, destaque especial para o Mosteiro de São Bento de Olinda, a segunda instalação beneditina em terras brasileiras, construído a partir de 1586 e reconstruído a partir de 1654 no estilo Barroco. E também a Catedral da Sé, com exterior imponente e interior repleto de detalhes em ouro e azulejos portugueses. Do lado de fora, um paço oferece aos visitantes uma bela vista sobre a cidade.

4. Santuário do Bom Jesus de Matosinhos (MG)

Uma das obras-primas do barroco mundial, Santuário do Bom Jesus dos Matosinhos, em Congonhas, foi tombado pelo Iphan em 1939 e reconhecido como Patrimônio Cultural Mundial pela Unesco em 1985. O santuário começou a ser construído na segunda metade do século 18 e é adornado pelas esculturas de doze profetas em pedra sabão – esculpidos bravamente pelas mãos de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. 

Além da igreja e das esculturas, o santuário ainda conta com seis capelas que retratam os Passos da Paixão de Cristo. Dentro delas estão mais sessenta esculturas em madeira feitas por Aleijadinho. É um dos locais mais importantes para quem se interessa pelo barroco e rococó mineiro e também para o fiéis da igreja católica.

Foto: Monique Renne/Melhores Destinos

5. Ruínas de São Miguel das Missões (RS)

São Miguel das Missões guarda um dos principais vestígios do período das Missões Jesuíticas Guaranis na América do Sul. As Ruínas de São Miguel Arcanjo, como são conhecidas, são da redução fundada no século 18 (entre 1735 e 1745) e foram declaradas Patrimônio Mundial pela Unesco em 1983. Elas são um importante testemunho da ocupação do território e das relações culturais que se estabeleceram entre os povos nativos, na maioria do grupo étnico Guarani, e missionários jesuítas europeus.

No local, ainda é possível ver remanescentes do corpo principal da igreja, campanário e sacristia, partes das construções conventuais, fundações e bases das habitações indígenas, praça, horto, canalizações pluviais e objetos sacros.

6. Brasília (DF)

O conjunto urbanístico e arquitetônico de Brasília foi reconhecido como Patrimônio Mundial em 1987 em função da sua monumentalidade. A partir do Plano Piloto, um projeto de Lucio Costa, Brasília foi construída entre 1957 e 1960. A arquitetura da cidade ficou por conta do modernista Oscar Niemeyer.

A concentração de cartões-postais em uma mesma avenida dá ao turista que chega a Brasília a impressão de conhecê-la em pouco tempo. Não se engane! A capital é muito mais que os monumentos do Eixo Monumental. No Guia de Brasília veja todas as atrações que podem ser visitadas na capital federal – que aliás é onde fica a nossa sede do Melhores Destinos!

Foto: Monique Renne/Melhores Destinos

7. Parque Nacional da Serra da Capivara (PI)

O Parque Nacional Serra da Capivara, no Piauí, foi criado em 1979 para preservar vestígios arqueológicos da mais remota presença do homem na América do Sul. Sua demarcação foi concluída em 1990 e, um ano depois, passou a integrar a lista de Patrimônio Mundial pela Unesco. Na Serra da Capivara há mais de 400 sítios arqueológicos, a maioria deles com painéis de pinturas e gravuras rupestres.

8. Centro Histórico de São Luís (MA)

De acordo com o Iphan, o centro histórico de São Luís é um exemplo excepcional de cidade colonial portuguesa adaptada às condições climáticas da América do Sul. A capital do Maranhão foi inscrita como Patrimônio Mundial em 1997 e teve seu núcleo original fundado pelos franceses em 1612. Após a expulsão dos franceses, a construção se acelerou, principalmente no período da expansão urbana, nos séculos 18 e 19.

Entre as edificações mais significativas, estão o Palácio dos Leões, Catedral,  Convento das Mercês, Casa das Minas, Teatro Artur Azevedo, Casa das Tulhas, Fábrica de Cânhamo e a Igreja do Carmo.

9. Centro Histórico de Diamantina (MG)

Passear por Diamantina é como fazer uma viagem por séculos de história. A cidade mineira foi o maior centro de extração de diamantes do mundo no século 18 e, após ficar muitos anos esquecidas pelos visitantes, recebeu o título de Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO em 1999. O motivo: seu bem preservado traçado urbano e padrão arquitetônico, tendo a Serra dos Cristais ao fundo.

Entre as mais emblemáticas edificações de Diamantina estão a Igreja Nossa Senhora do Carmo, a Igreja de São Francisco de Assis e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. As três se destacam pela arquitetura da fachada e também pelo rico interior, com forros pintados e altares bem trabalhados.

Foto: Monique Renne/Melhores Destinos

10. Centro Histórico de Goiás (GO)

O Centro Histórico da cidade de Goiás é testemunha da ocupação e da colonização do centro do Brasil nos século 18 e 19. A origem da cidade está ligada à história das bandeiras que partiam de São Paulo para explorar o interior brasileiro. Listado como Patrimônio Mundial pela Unesco em 2001, o conjunto arquitetônico, urbanístico e paisagístico de Goiás é bastante simples – muito em função da ausência de técnicos, arquitetos e mestres de ofícios na região.

Entre os edifício históricos se destacam as igrejas do Rosário, originalmente reservada aos escravos, de Santa Bárbara, de Nossa Senhora do Carmo e de Nossa Senhora da Abadia. Já na margem esquerda do Rio Vermelho, encontram-se os edifícios oficiais mais representativos, como a Igreja Matriz de Santana (hoje Catedral), o Palácio do Governo (Conde dos Arcos), o Quartel do Vinte, a Casa de Fundição, a Casa de Câmara e Cadeia e o Chafariz de Cauda.

Foto: Nabio Bonduk, Iphan

11. Praça São Francisco, em São Cristóvão (SE)

A Praça São Francisco, no município sergipano de São Cristóvão, é um conjunto de edifícios públicos e privados que representam o período em que as coroas de Portugal e Espanha estiveram unidas, entre 1580 e 1640. Reconhecida como Patrimônio Mundial pela Unesco em 2010, a praça entre suas construções mais emblemáticas a Igreja e o Convento de São Francisco, a Igreja de Nossa Senhora das Vitórias, a Igreja do Rosário dos Homens Pretos, o Conjunto Carmelita, a Igreja de Nosso Senhor dos Passos e o sobrado de Balcão Corrido da Praça da Matriz.

Foto: Anderson Schneider/IPHAN

12. Paisagem do Rio de Janeiro (RJ)

A Cidade Maravilhosa, como também é chamada o Rio de Janeiro, tem uma beleza estonteante: uma combinação de mar, montanhas e floresta que ao longo de mais de quatro séculos de história foi palco de importantes eventos históricos do Brasil.

O reconhecimento da paisagem do Rio de Janeiro como Patrimônio Mundial ocorreu em 2012, sendo a primeira área urbana do mundo listada pela Unesco. O destaque da paisagem cultural da capital fluminense vai para as contradições que representa, assim como a harmonia entre a paisagem natural e a intervenção humana em uma metrópole densamente povoada. Leia nosso post especial sobre o que fazer no Rio de Janeiro.

13. Conjunto Arquitetônico da Pampulha (MG)

O Conjunto Moderno da Pampulha, em Belo Horizonte, recebeu o título de Patrimônio Mundial pela Unesco em 2016. A Pampulha é o primeiro bem cultural a receber o título de Paisagem Cultural do Patrimônio Moderno e representa uma obra-prima do gênio criativo humano – aliás, o próprio Oscar Niemeyer o considerou uma de suas obras mais importantes.

São quatro edifícios articulados no entorno de um espelho d’água: a Igreja de São Francisco de Assis, o Cassino (atual Museu de Arte da Pampulha), a Casa do Baile (Centro de Referência em Urbanismo, Arquitetura e Design de Belo Horizonte) e o Iate Golfe Clube (Iate Tênis Clube), construídos entre 1942 e 1943. Completam o patrimônio cultural os painéis em azulejos criados por Candido Portinari, as esculturas de artistas renomados como Alfredo Ceschiatti e José Alves Pedrosa e os jardins planejados pelo paisagista Roberto Burle Marx.

14. Cais do Valongo (RJ)

O Cais do Valongo foi o principal porto de entrada de africanos escravizados no Brasil e nas Américas. Por ali passaram cerca de um milhão de pessoas escravizadas em cerca de 40 anos, tornando o porto o maior receptor de escravizados do mundo. O título de Patrimônio Mundial pela Unesco veio em 2017 como reconhecimento pelo seu valor universal e também como memória da violência contra a Humanidade.

O cais foi construído em 1811 pela Intendência Geral de Polícia da Corte do Rio de Janeiro, com o objetivo de tirar da Rua Direita (atual Rua Primeiro de Março) o desembarque e comércio de africanos escravizados que eram levados para as lavouras de café, fumo e açúcar no interior do Rio de Janeiro e outros estados. O sítio arqueológico Cais do Valongo foi revelado em 2011 durante as obras do Porto Maravilha.

Patrimônios Naturais da Humanidade

De acordo com o Iphan, são declarados patrimônios naturais as formações físicas, biológicas e geológicas preservadas. São lugares em que a proteção ao meio ambiente, ao patrimônio arqueológico, o respeito à diversidade e às populações tradicionais ganham atenção especial. No Brasil são sete os patrimônios naturais listados pela Unesco.

15. Parque Nacional do Iguaçu (PR)

Assentado sobre o Aquífero Guarani, uma das maiores reservas de água subterrânea do mundo, o Parque Nacional do Iguaçu tem valor ambiental e uma beleza natural incomparáveis. Seu reconhecimento pela Unesco como Patrimônio Mundial deve-se à importância dos remanescentes de Mata Atlântica e pelo espetacular conjunto das quedas d’água que formam as Cataratas do Iguaçu, um dos recantos turísticos mais visitados do país.

Entre os muitos animais que habitam o parque estão várias espécies ameaçadas de extinção, como a onça-pintada e o jacaré-de-papo amarelo, e outras bastante raras, como a jacutinga, o gavião-real e o papagaio-de-peito-roxo. Veja nosso post especial sobre Foz do Iguaçu.

16. Costa do Descobrimento (BA e ES)

Reserva de Mata Atlântica da Costa do Descobrimento recebeu o título de Patrimônio Natural Mundial em 1999 pelo imenso valor à ciência e à preservação de ecossistemas. A região abriga os remanescentes mais preservados de Mata Atlântica do Nordeste do Brasil e está dividida em duas áreas: uma ao norte do Espírito Santo, entre Regência e Conceição da Barra, e outra ao sul da Bahia, entre Prado e Una.

Foto: Leonardo Quintino/Flickr

17. Mata Atlântica (PR e SP)

O trecho da Mata Atlântica que vai da Serra da Jureia, em São Paulo, até a Ilha do Mel, no Paraná, foi declarado Reserva da Biosfera pela Unesco em 1991 e Patrimônio Mundial em 1999. À época que europeus chegaram ao Brasil, a Mata Atlântica se estendia por 17 estados brasileiros, correspondendo a 15% do território nacional. Após 500 anos de ocupação, atualmente, o bioma está reduzido a apenas 7% – sendo que sua maior parte contínua está no trecho que vai de São Paulo ao Paraná.

Mico-leão-da-cara-preta é uma das espécies da Mata Atlântica. Foto: Celso Margraf/Iphan

18. Complexo de Conservação da Amazônia Central (AM)

São seis milhões de hectares, uma das regiões mais ricas do planeta em biodiversidade, com importantes exemplos de ecossistemas de várzea, florestas de igapó, lagos e canais que formam um mosaico aquático em constante mudança. Por ali, vive, por exemplo, a maior variedade de peixe elétrico do mundo. O Complexo de Conservação da Amazônia Central é formado pelo Parque Nacional do Jaú (patrimônio desde 2000), as reservas Desenvolvimento Sustentável Mamirauá e Amanã, e o Parque Nacional Anavilhanas (patrimônio desde 2003), todos no Estado do Amazonas.

19. Área de Conservação do Pantanal (MT e MS)

O Complexo de Áreas Protegidas do Pantanal foi inscrito pela Unesco como Patrimônio Natural Mundial e Reserva da Biosfera em 2000, compreendendo o Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense as Reservas Particulares de Proteção Natural de Acurizal, Penha e Dorochê. O Panatanal é o maior sistema inundado contínuo de água doce do mundo e um dos ecossistemas mais ricos em vida silvestre.

Foto: Felipe Frazão/Wikipedia

20. Ilhas Atlânticas Brasileiras (PE)

O arquipélago de Fernando de Noronha, onde estão algumas das melhores praias do Brasil, e o Atol das Rocas foram declarados pela Unesco como Patrimônio Natural Mundial em 2001. A beleza da região chama atenção, mas seu reconhecimento é pela riqueza aquática, importante para a reprodução e alimentação do atum, bem como de espécies de tubarão, tartarugas e mamíferos marinhos. Das ilhas na região, Fernando de Noronha também é a que possui as maiores colônias reprodutivas de aves marinhas e de variadas e exóticas espécies de peixes, esponjas, algas, moluscos e corais.

A Reserva Biológica do Atol das Rocas, único atol no Atlântico Sul, serve como local de desova e também refúgio para muitas espécies marinhas. As águas rasas também fornecem habitat para organismos bentônicos (como corais, esponjas e algas), representando um repositório importante para a manutenção da biodiversidade para a bacia do Atlântico Sul inteiro.

21. Áreas de Conservação do Cerrado (GO)

O Cerrado é um dos ecossistemas tropicais mais antigos e diversificados do mundo. É por isso que os parques nacionais da Chapada dos Veadeiros e das Emas foram declarados Patrimônio Mundial pela Unesco em 2001. Há milênio o Cerrado serve de refúgio para várias espécies durante períodos de mudanças climáticas, sendo vital para a manutenção da biodiversidade do Brasil e do mundo.

Foto: Monique Renne/Melhores Destinos

Patrimônio Misto (cultural e natural)

Patrimônios mistos são aqueles reconhecidos tanto pelo seu valor cultural, quanto pela riqueza natural. No Brasil, há um único lugar listado pela Unesco como Patrimônio Misto.

22. Paraty e Ilha Grande

Paraty e Ilha Grande formam o primeiro sítio misto do Brasil, reconhecido tanto pelo seu valor cultural quanto natural. O local listado como Patrimônio Mundial abrange um território de quase 149 mil hectares, contemplando o Centro Histórico de Paraty, o Morro da Vila Velha, o Parque Nacional da Serra da Bocaina, o Parque Estadual da Ilha Grande, a Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul e a Área de Proteção Ambiental de Cairuçu.

 

Praia do Aventureiro

Ilha Grande

Paraty

Fotos: Monique Renne

Dá para dizer de peito inflado que o nosso Brasil é imensamente rico, cultural e naturalmente! Quais lugares brasileiros listados como Patrimônio Mundial você já visitou? Participe nos comentários! E se não deu para viajar nos feriados 2021, quem sabe você não aproveita os feriados 2022 para conhecer alguns desses destinos incríveis.

 

Fonte: Melhores Destinos

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